De tudo um pouco

O que está acontecendo com a juventude?

Fonte: Pinterest
Fonte: Pinterest
Fonte: Pinterest

Talvez você não saiba, mas eu sou da Geração Z assim como todos os jovens sobre os quais estou falando. É por isso que definitivamente, não tenho como generalizar.

Pode ser que sejam apenas as pessoas do meu círculo de convívio, ou então um grupo específico com características determinadas…não sei.

O que importa é: o que está acontecendo com eles?

Vamos ver algumas características, para que possamos identificar a “espécie” da qual estou falando:

  1. Falta de comprometimento: eles não cumprem prazos a não ser que sejam ameaçados. Ainda assim, discutem e tentam estar com a razão.
  2. Não sabem seguir regras: eles não conseguem seguir regras impostas.
  3. Pretensiosos : eles acham ser mais do que realmente são. Se gabam por fatos e situações, e no final, demonstram o contrário. É como autovalorização em público.
  4. Não aceitam críticas: mesmo sendo pretensiosos, quando alguém comenta alguma crítica construtiva eles se ofendem.
  5. Infantilidade: apesar da idade entre 18 e 23 anos, eles demonstram uma adolescência retardada para a época. Podemos citar como exemplos: sair batendo pés e fechar a porta com força, risadas exageradas em momentos inoportunos, comentários excessivos sobre sua vida particular onde não caberia o assunto, briguinhas sem motivo concreto, etc. Desde quando em meio ao horário de trabalho, enquanto alguns tentam trabalhar, outros podem ficar se empurrando nas cadeiras pelo andar?!
  6. Donos da verdade: não admitem estar errados, em nada. Acham que são superiores aos outros e por isso tudo o que disserem, é lei.
  7. Cultura pobre: geralmente, tem pouca cultura de conhecimentos gerais. Não se dão o trabalho de pesquisar sobre os assuntos, antes de falar deles. Gostam de coisas pobres e sem fundamentos.
  8. Não dão valor: além de não dar valor às pessoas, não respeitando professores e demais, eles não sabem o valor do dinheiro. Talvez, isso aconteça especificamente com esses “filhinhos de papai”, mas pagar mais de mil reais por uma disciplina na universidade significa aproveitar ao máximo ela.
  9. Egoístas: pra eles não importa se todo mundo se esforçou pra fazer algo, e eles levem o mérito. Não importa se eles estacionam ocupando duas vagas, enquanto os outros vão ficar sem lugar. O que importa é o próprio umbigo e deu.
  10. Falta de respeito pelo próximo: complementa o egoísmo o fato deles não se preocuparem em fazer um barulho absurdo em horário de trabalho, sem pensar que tem pessoas tentando trabalhar, enquanto eles fazem farra. O mesmo vale para universidade: farra no corredor enquanto tem gente nas salas de aula. Os professores têm que chamar atenção de um bando de marmanjo supostamente “adulto” pra muitas outras coisas?! Podemos citar nesta, a falta de profissionalismo.

Provavelmente, se um deles ler isso tudo, não vai se identificar. Isso comprova os itens 3 e 6 da lista.

O que está acontecendo? De onde vem essa cultura falha?

Mas o pior é que, estas pessoas, têm o dom de incomodar os outros ao redor e nem perceber.

Está faltando tomar o famoso “Semancol”.

611E a pergunta que não quer calar: como combatemos essa juventude pobre de mente?

Poderia começar a receitar uns “semancols” por aí…

Não tem como fugir deles, já que eles estão nas empresas e universidades.

O ambiente profissional deixou de ser um local de adultos, e o ambiente acadêmico deixou de ser um local para estudantes realmente interessados em aprender.

Poderia simplesmente começar a “jogar” um semancol na cara deles… Ah não, espera, eu já faço isso 🙂

Então você que está concordando comigo, por favor, me ajude. Como podemos fazer com que eles parem de nos incomodar? Que sejam o que quiserem, desde que respeitem o espaço das outras pessoas.

 

Você que talvez não se identificou com o post ( mas que deveria) pense:

  • Você fica falando demais da sua vida no meio da aula, ou no ambiente de trabalho, sem que ninguém tenha perguntado, e se prolonga no assunto enquanto os outros não falam nada?
  • Você ri alto na sala ou no trabalho, sem pensar que as outras pessoas podem não querer ouvir?
  • Você entra na sala e bate a porta, sem se preocupar se a aula já começou e você vai atrapalhar?
  • Você faz barulho excessivo e brincadeiras em horários e ambientes que não cabem, como por exemplo no ambiente profissional?

E por último, mas não menos importante:

  • Você se acha superior às outras pessoas? Você é sempre “a(o)” foda?

Se respondeu sim, ou talvez, cuidado pois você pode ser o assunto das reclamações dos grupos de pessoas normais.

 

Este post definitivamente foi um desabafo, pois ultimamente (alguns sabem) tenho me aguentado muito para não discutir com esta “raça”.

Aqui vai um pedido para os professores da universidade:

Imponham sua posição! Existem determinadas coisas que se aceita na escola e não se deve aceitar no meio acadêmico. Estas pessoas serão os futuros profissionais do mercado! Pensem nisso…

Outro dia numa disciplina de matemática, que é realmente numa universidade, a professora viu que alguns colegas estavam conversando demasiadamente e atrapalhando a aula. A única coisa que ela falou, foi:

” Passa a chamada ali pra eles, porque assim eles podem ir embora já”.

Parabéns para ela!

Chegou a hora de entender que estamos ali para aprender. Com certeza tem descontração, conversas, debates (já que o professor deixou de ser o único dono da verdade e pode aprender com os alunos), mas existem momentos para isso.

Na faculdade, cada um tem a responsabilidade por prestar atenção, se quiser ou não, na aula. Cada um tem responsabilidade por postar os trabalhos na data determinada, sem ninguém ficar cobrando.

Em contrapartida, a resolução é simples: não fez, perdeu. Não prestou atenção, foi mal na prova, que pena.

Tudo isso, desde que não atrapalhe as outras pessoas que estão ali.

 

Mais respeito, por favor!

Ah, e “btw” a mídia é livre. o/

Por sorte, sei que muita gente pensa como eu porque participo das conversas em alguns grupos normais, e meus queridos, vocês têm sido o assunto principal.

Aceitem como uma crítica construtiva. 🙂

Ninguém é melhor do que ninguém, ser humilde faz bem! (até rimou)

 

Já perdi as esperanças, então, repito:

Vou-me embora pra Pasárgada!

 

Sobre a autora

Pri Kuwer

Pri Kuwer

Gaúcha, estudante de ADS, eclética, fashionista intitulada, sonhadora e feliz!

Novo Comentário

Clique aqui para postar um comentário

Quem somos

Taline e Priscila, amigas gaúchas que através do Mélanges querem dividir suas opiniões sobre moda, filmes, séries, gastronomia e mais um pouco de tudo que gostam e conhecem a respeito.

Newsletter



Destaques

Publicidade