É bastante comum ouvirmos ou utilizarmos em uma conversa alguma expressão idiomática, muitas vezes sem que ao menos percebamos.

Expressões idiomáticas são gírias, ditos ou frases populares que não possuem um sentido literal e que estão associadas a contextos culturais específicos , podendo ser originadas e utilizadas de acordo com a classe social, idade, região, profissão ou outro tipo de afinidade de um determinado grupo de pessoas.

Muitas dessas expressões têm vida curta e são usadas durante um pequeno espaço de tempo. Em contrapartida outras resistem ao tempo e continuam sendo utilizadas através de cada geração. Neste caso, não é raro que a origem histórica do seu significado seja esquecida ao longo dos anos.

Separei uma lista com algumas expressões das quais eu geralmente faço uso ou mesmo ouço com maior frequência. Confira abaixo as explicações de suas origens:

 

– Gerôôônimo:

Expressão comumente usada ao cair algum objeto. Acredita-se que a mesma tenha se originado no final do século XIX, durante a colonização do Oeste dos Estados Unidos, quando um famoso chefe apache foi encurralado ao ser perseguido por uma Cavalaria americana no estado de Oklahoma.

Após ser cercado na beira de um barranco, ao invés de o guerreiro se render, tomou impulso e saltou montado em seu cavalo. Enquanto caía, o índio gritou seu nome com toda a força: “Gerônimooooooooo!”.

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Foto: Divulgação/Google

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– Tirar o cavalinho da chuva: Utilizado hoje com o sentido de “não se iluda”. Estima-se que a expressão tenha surgido no tempo em que o cavalo era o principal meio de transporte para o homem no interior do país. Naquela época, ao fazer uma visita breve a alguém, o cavalo era deixado em frente à casa do anfitrião. Caso a visita demorasse mais do que o previsto, o proprietário da residência convidava o seu visitante a “tirar o cavalo da chuva” a fim de abriga-lo em um local mais seguro. 

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– Meia dúzia de gato pingado: Usado para referir-se a um pequeno grupo de pessoas.

O termo originou-se através de uma prática de tortura o qual ocorria no Japão, em que era derramado óleo fervente em criminosos ou animais. Geralmente os gatos eram as maiores vítimas. Normalmente poucas pessoas presenciavam este ato, além dos gatos pingados com óleo que estavam no local.

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– Nem que a vaca tussa: Significa que algo não será feito sobre nenhuma circunstância.

Na verdade, apesar de ser pouco utilizada, a frase completa desta expressão seria: “Nem que a vaca tussa ou o boi espirre”. Esta expressão surgiu por se achar que estes fatos seriam impossíveis, o que não é verdade. Ambos os animais fazem isso também, porém com menor frequência.

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– Chutar o balde: Significa desistir de algo ou agir sem pensar.

Existem diversas hipóteses sobre a origem deste termo, sendo que a mais aceita é a de que surgiu quando criminosos os quais foram condenados à forca tinham que subir em um balde já com a corda amarrada em seu pescoço para posteriormente serem enforcados.

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Outras fontes

bigirotto